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05 de Setembro de 2017

Núcleo de Fisioterapia festeja redução no número de lesões em 2017

A pausa de duas semanas sem partidas no Campeonato Brasileiro da Série B foi muito bem aproveitada pelo Núcleo de Fisioterapia do Paysandu, que usou esse tempo para recuperar três atletas que faziam tratamento intensivo e deixá-los à disposição da comissão técnica comandada por Marquinhos Santos. O goleiro Emerson, que estava com uma lesão na coxa direita, foi liberado na última segunda-feira (4) para se juntar a Ayrton e Bergson no trabalho de transição de campo. O lateral-direito e o atacante, que haviam machucado o tornozelo direito, começaram a treinar no gramado do Estádio da Curuzu na atividade do último sábado (2).

O coordenador de Fisioterapia do Papão, Júnior Furtado, comemora a significativa redução no número de ocorrências este ano em relação a 2016. Segundo ele, ano passado foram 58 lesões, das quais 60% foram lesões musculares de grau dois, que comprometem até o desempenho do atleta posteriormente. “Hoje, nós estamos trabalhando com 50% das ocorrências do ano passado, comparando o mesmo período. A tendência é a gente manter esse índice até o final do ano. Tivemos apenas uma lesão muscular mais séria e dez lesões musculares em 2017, sendo uma de grau dois e nove lesões musculares de grau um. Ou seja, praticamente uma lesão muscular por mês. Para um clube que teve 58 lesões ano passado, a gente já conseguiu muita coisa”, revelou.

O fisioterapeuta Mário Carvalho acompanha a rotina de tratamento dos atletas

Júnior Furtado destaca a programação semanal de atividades que é montada pela comissão técnica bicolor, sempre em conjunto com as demais áreas de saúde do clube. “Dentro do planejamento de treinamento existe a folga, o descanso e também existe a necessidade do atleta não treinar. Isso faz parte do processo. A gente está lidando com organismo, e esse organismo tem desgastes em tendões, em ligamentos, lesões musculares. Nós temos uma experiência de passado muito ruim em termos de incidência de lesão. E o Paysandu não é um clube que tem 40, 50 atletas disponíveis em seu elenco, nós temos 30. E nós não podemos nos dar ao luxo de perder atletas. Então a melhor maneira que temos e que encontramos foi trabalhar a prevenção”, explicou o fisioterapeuta.

 

Os jogadores passam por avaliações constantes no Núcleo de Fisioterapia do clube

O trabalho diário desenvolvido pelos profissionais do Núcleo de Fisioterapia, que é vinculado à Diretoria de Saúde do Paysandu, só é possível graças aos investimentos que a Diretoria do clube tem feito. “O gestor entendeu dessa forma e nós, desde o ano passado, começamos a investir em equipamentos e capacitação profissional, através de treinamento. Hoje, nós já estamos colhendo os frutos disso. Então, quando a gente observa dessa forma, que devemos nos capacitar e nossos pares entendem da mesma forma, segurar um atleta por uma semana, como fizemos um trabalho mais específico com o Bergson, com o Ayrton, que são atletas que estão desde o regional trabalhando e jogando em alta intensidade, faz parte do planejamento de preservação desse atleta até o final”, argumentou Júnior Furtado.

 Os fisioterapeutas Júnior Furtado e Márcio Barbosa trabalham com aparelhos de última geração

Para esta reta final de Campeonato Brasileiro da Série B e de temporada, o coordenador de Fisioterapia do Paysandu garante que o trabalho vai continuar em alto nível. “Faltam 16 jogos, em mais 90 dias de trabalho, e nós precisamos ter condições de ter esse elenco inteiro. Se conseguirmos dar essa condição ao Marquinhos de ter esse elenco o tempo todo, ótimo. Senão, não vai ser por falta de empenho e de tentativa de contornar as situações”, completou.

Texto: Jorge Luís Totti
Imagem: Jorge Luiz
















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