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HOMENOTÍCIAS Memória Bicolor Hélio, que sensação, mais um gol do Papão
01 de Novembro de 2013

Hélio, que sensação, mais um gol do Papão

 

Poucos personagens da história bicolor gostavam tanto de ensacar o maior rival como Hélio Costa, cabeceador emérito e artilheiro consagrado. Homem comum, e nas horas vagas, ídolo de um clube gigante sedento por títulos. Como muitos ídolos que passaram pelo Paysandu, começou nas peladas de rua pelo Revoltoso Futebol Clube, pelo Pedreirense e depois pelo Santa Cruz, onde carimbou seu passaporte para fazer mágica com a camisa alvi-celeste.

Jogou no Paysandu por catorze anos, sendo notável por todas as suas qualidades técnicas e predicado de nato recordista. Liderou juntamente com Luiz Lebrego, o velho Quarenta “El Tigre” e o “cerebral” Guimarães, o “Esquadrão de Aço”, assim chamado pelo poderio ofensivo de seu ataque que triturava seus adversários.

Ainda, destacou-se marcando dois gols na lendária goleada de 7x0 sobre o Remo em 1945, jogo que proporcionou ao clube a arrancada para o tetracampeonato estadual e depois ao pentacampeonato, a maior série de títulos consecutivos do Paysandu. Hélio levantou os cinco troféus e marcou 237 gols, consagrando-se até 1974 – ano em que Benedito Pinho Leme, o Bené, encerrou sua carreira com 249 gols, ultrapassando-o- como o maior goleador de toda a história bicolor. Foi o artilheiro da sensacional campanha bicolor no pentacampeonato com 48 tentos.

Um perfeito “matador de leão”, por assim dizer, travando com o goleiro uruguaio Véliz, o “Vaca Braba” (um dos maiores ídolos de Antônio Baena), duelos homéricos nos quais na maioria das vezes saía vencedor.

Assinalou 47 gols em clássicos ReXPa, sendo até hoje o jogador que mais marcou no “Rei da Amazônia”.

Encerrou sua carreira em 1954 (coincidentemente ano em que outro mito começaria suas “travessuras” na Curuzu) em um amistoso com a Tuna, jogando os cinco minutos iniciais, dando lugar a Waldir Lebrego (Quarentinha), filho de “El Tigre”, seu contemporâneo.

Seguramente um herói mitológico que marcou época. Uma joia muito valiosa fabricada nos “ourives” do Leônidas Castro. 

Texto: Vincenzo Procópio/Edição: Fernando Torres
Imagem: Ferreira da Costa














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