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29 de Novembro de 2018

Presidência eleita concede entrevista coletiva para torcedores por três horas

A sala de imprensa do Estádio da Curuzu foi o local escolhido para a realização de um encontro inédito na história bicolor. Menos de 24 horas depois de ter sido eleita, a nova Presidência do Paysandu Sport Club concedeu, nesta quinta-feira (29), sua primeira entrevista coletiva a um grupo de cerca de 20 torcedores. Em seguida, as perguntas foram abertas aos jornalistas e radialistas que acompanharam toda a programação.

O futuro presidente, Ricardo Gluck Paul, a vice-presidente de Operações, Ieda Almeida, e o vice-presidente de Gestão, Maurício Ettinger, esclareceram dúvidas, apresentaram propostas, ouviram críticas e sugestões da torcida durante três horas. Além da transparência da conversa, a reunião também teve como um dos principais propósitos abrir espaço para a Fiel aos poucos começar a se reaproximar do clube. “Nós nos distanciamos muito da nossa torcida nos últimos anos e a culpa é nossa. O Paysandu se elitizou, esse foi o nosso maior pecado. O Paysandu não é clube de elite, o Paysandu é o Time do Povo. Isso foi causado por uma série de erros de posicionamento, de argumento, de produto. Nós queremos dialogar, ouvir e prestigiar o nosso torcedor, que é a razão da existência do clube”, afirmou Ricardo Gluck Paul.

Ieda Almeida, Ricardo Gluck Paul e Maurício Ettinger conversaram com a Fiel

Os torcedores que participaram da coletiva foram escolhidos pela Assessoria de Imprensa do clube após uma pesquisa minuciosa nas redes sociais, que teve como principal critério a crítica assídua nas publicações. Das 17h às 20h, os convidados tiveram liberdade para fazer qualquer pergunta sobre o assunto desejado, sem nenhum tipo de restrição.

Os torcedores perguntaram sobre todos os assuntos, principalmente futebol

“Como vai ser feito o resgate da torcida? Como vai fazer para resgatar a credibilidade? Como vai fazer para convencer o sócio inadimplente a ficar em dia?”, questionou Greice Lopes, que, em seguida, ouviu a resposta do presidente. “A gente pretende criar uma comissão de torcedores para que a gente possa planejar uma agenda mensal de treinos abertos. É um trabalho de tijolinho. Já o Sócio Bicolor está sendo remodelado. Vamos fazer promoções em jogos. Existem teorias de que se a gente baixa o valor de ingresso, o sócio deixa de pagar. Vamos testar esse ano para ver se baixar o preço do ingresso afeta o Sócio. Algumas teses se confirmam, outras não”, explicou.

Os convidados foram escolhidos com base em críticas feitas nas redes sociais

Para o torcedor Jorge Faciola, o Sócio Bicolor deveria ser revisto. “Em vez de fazer plano de 12 meses, faz do tamanho da temporada. E tenta fazer mais em conta para trazer a torcida para perto”, sugeriu. Já Ewerton Mayco quis saber se a Diretoria vai montar dois times ou um só para disputar tudo ao longo da temporada. “Sobre jogos que a gente perdeu por causa de concentração, por que o clube não contrata um psicólogo? É uma coisa que os clubes paraenses não fazem”, criticou. “E sobre esses jogadores bichados que vocês trazem há anos e não mandam embora?”, prosseguiu.

O presidente eleito foi o mais questionado pelos bicolores no encontro

O novo presidente lembra que o Paysandu vai ficar atento ao mercado e lamenta a falta que faz um Centro de Treinamento. “A minha convicção é de que não dá para fazer um time completo em dezembro, por isso que a principal e melhor estratégia é formar atleta. Sobre o acompanhamento aos jogadores, nós já estamos conversando com um profissional da área de Psicologia. Vamos testar também uma técnica de meditação que ajuda muito na concentração”, adiantou.

A entrevista começou às 17h e terminou às 20h, na sala de imprensa da Curuzu

A maioria das perguntas foi voltada para o futebol profissional, sobre executivo de futebol, formação de elenco, folha salarial, entre outros assuntos. Os vices, Ieda Almeida e Maurício Ettinger, foram pouco questionados, mas completaram várias vezes algumas informações de respostas dadas por Ricardo Gluck Paul sobre outras áreas do clube.

Todos puderam fazer as suas perguntas, sem nenhum tipo de restrição

Ao final do encontro, o presidente reafirmou o compromisso de fazer uma gestão voltada para a torcida. “Volto a dizer, o Paysandu é o Time do Povo. Eu quero ver a Curuzu lotada ano que vem nos jogos. Vamos abrir mais treinos, não vamos nos esconder e nos afastar de vocês. Faremos outras reuniões e encontros desse tipo. O maior patrimônio do Paysandu é a sua torcida”, encerrou.

Texto: Assessoria de Imprensa
Imagem: Fernando Torres















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