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01 de Abril de 2019

Para ficar sempre perto do Paysandu, torcedor supera dificuldades de locomoção

Superação. Assim pode ser definida a história de vida do torcedor bicolor Othon Castro. Por causa de uma demora no parto, ele contraiu paralisia cerebral e começou a andar somente aos nove anos de idade, com muita dificuldade, mas nada que o impedisse de assistir até hoje aos jogos do seu time do coração.

“A minha relação com o Paysandu é antiga, desde quando tinha três anos de idade, eu acompanho o Papão no estádio com o meu pai. Eu fui crescendo, convivendo dentro do campo”, revela o torcedor, que tem 28 anos.

Mesmo quando o seu pai não o acompanha, Othon Castro não deixa de ir prestigiar o Paysandu em campo. “Eu vou com os meus amigos, de carona. Hoje eu consigo ir a praticamente todos os jogos em Belém”, conta.

Sobre o acesso ao estádio e no que diz respeito a conforto, o jovem elogia as estruturas da Curuzu, que nos últimos anos tem passado por reformas constantes, sempre a fim de melhorar a acessibilidade para todos os públicos. “Os jogos que tenho dificuldade de ir são os do Mangueirão. Como o Paysandu joga quase todos na Curuzu, fica fácil”, afirma.

Além de frequentar as partidas que o Paysandu disputa em casa, Othon Castro também prestigia sempre que pode alguns jogos longe de Belém. Ano passado, esteve em São Luís (MA), onde assistiu ao empate contra o Sampaio Corrêa, pela Série B.

Até nos jogos fora de casa Othon Castro tenta estar sempre ao lado do Papão

Um jogo inesquecível do Papão para Othon Castro foi pelo Campeonato Brasileiro da Série A, contra o Santos-SP, em 2002, ano em que o Peixe foi campeão nacional, mas teve a faixa carimbada em Belém. Na ocasião, a equipe bicolor venceu o time alvinegro por 2 a 1, com gols de Zé Augusto e Vandick, no Mangueirão. “Eu estava em São Luís e vim para Belém só para assistir ao jogo", explica o torcedor, que virou fã do Terçado nesse dia. “O Zé é determinação, é raça, é garra”, reconhece.

E por falar no passado, o torcedor comentou de uma maneira nostálgica sobre as glórias do Maior Campeão da Amazônia. “Assisti as grandes conquistas do Paysandu, os títulos principais. Estive naquela Copa Norte”, diz, emocionado.

Em 2005, o pequeno bicolor realizou o sonho de entrar em campo com o time

Em 2005, quanto tinha 15 anos, Othon Castro viveu uma experiência incrível ao entrar em campo com os atletas. “Pintou a oportunidade de entrar em campo com eles e registrar essa foto com o elenco. Foi um dia muito feliz”, encerra o bicolor.

Texto: Vitor Castelo
Imagem: Arquivo pessoal












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