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Dez mil vidas perdidas no Pará na pandemia: a maior dor da nossa história

icone de bola de futebol

Continuamos presos. Do mesmo jeito como estávamos há um ano. E até pior. Dentro de um luto em formato de poço. Ainda sem fundo. Sem chão. Sem dimensão. Cada dia é menos um dia. Menos uma vida. Várias vidas perdidas. Dez mil só no Pará.

É o momento mais dramático e doloroso de toda a nossa história. Cercado de tristeza. Medo. Desafios. Mas com um princípio de esperança. Porque desistir nunca será opção. Acreditar sempre foi nossa marca forte.

Aglomeração. Comemoração. Vibração. Festa. Tudo isso nos acompanha ao longos desses 107 anos. Mas o barulho ensurdecedor que ecoa nas arquibancadas precisou ser substituído pelos minutos de silêncio antes de cada partida. É respeito. Homenagem. Solidariedade. É saudade. Saudade de quem não vai mais voltar pra casa. De quem deixou as melhores lembranças. E viveu momentos inesquecíveis.

Em meio a tanta dor, há uma injeção cheia de esperança. São gotas de luz. Ainda em poucos frascos. Em pequena escala. Mas cheias de vida. Que vão aliviar. Vão curar. E vão fazer esse pesadelo acabar. É só vacinar.

Lamentamos profundamente todas as mortes. Todas as perdas. Continuamos em estado de luto. Nossas bandeiras ficarão a meio mastro por três dias.

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